sábado, 30 de abril de 2011

In The Mirror of the Phaedrus; ou Publicidade Acidental #4



«e uma melodia estival e clara que ressoa com o côro das cigarras».
Sócrates, a partir do Fedro de Platão, in Ensaio Sobre A Cicuta
 
+

Na Faculdade de Letras de Coimbra, dia 4 e 5.

Quarta-feira, 4 de Maio

Sessão 1
8.50 Opening and Welcome
9 - 10.30 Ana Alexandra Sousa, A ἀσχολία pindárica e a σχολή platónica
10.45 - 12.15 Samuel Oliveira, Τυφῶν and ἄτυφος μοῖρα: Socrates’ Anthropological Either/Or in 
the Phaedrus (229e-230a)

Sessão 2
14 -15.30 Jordi Sales & Josep Monserrat, Sobre el Logos de Lisias al Fedre.
15.45   -17.15  Fábio  Serranito,  The  Muses'  Doorstep  or  When  Τέχνη  Is  Not  Enough  -       The
Insufficiency of Τέχνη in the Phaedrus
17. 30 - 19  Hélder Telo, Recalling the Godly Rhythm of Yore
 

Quinta-feira, 5 de Maio.
 

Sessão 3
9- 10.30 M. Jorge de Carvalho, Ἔρως and Πτέρως
10.45 - 12.15  António Caeiro, Looking in the Mirror (Phaedrus 255d3-e4)
 

Sessão 4
14 - 15.30 Elizabeth Pender, Phaedrus and the Feminine
15.45 -17.15 Paulo Lima, The Limitations of Philosophy's Written Word
17.30 - 19
- Julie Tamont, «Écriture et oralité (Phèdre 274b-278b)»
-  Alonso  Tordesillas,  Discours   rhétoriques   et   conduite   des   âmes   :   dialectique,   psychagogie,
politique dans le Phèdre


Organizado pela Unidade de Investigação “Linguagem, Interpretação e Filosofia” da UC.


com agradecimentos à isabel.

Ensaio Sobre a Cicuta - Trailer #2.5 e #2.6



02/05 | 18/05 | 25/05

Sobrevivências da Cultura Clássica na Cultura Portuguesa

2 de Maio de 2011 às 14h30 Anf. III (FLUL)
DO TEATRO CLÁSSICO AO TEATRO DOS CLÁSSICOS

14h30-14h50 — José Pedro Serra, «Aires Vitória e a Vingança de Agamémnon»
15h00-15h20 —Vanda Anastácio, «Tradição clássica e tradição oral no Seleuco de Camões»
15h30-16h00 — Pausa
16h00-16h20 — Marie Noëlle Ciccia «A Atalie de Cândido Lusitano: o Prólogo do tradutor»
16h30-16h50 — Silvina Pereira «A Eufrosina em versão juvenil: reflexões sobre uma experiência»

Antígona

Antigone at her brothers grave, 4th century BC, red figure, Louvre Museum, Paris.
Antigona and Aristopolis, 300–250 BC, Limestone highlighted in colour, 50cm x 45.5cm, Louvre Museum, Paris.
Charles Thevenin, Adeipus and Antigone, 1805, oil on panel, 59.5cm x 46.8cm, Aberdeen Art Gallery and Museum.
Thomire et Cie, Moinet Aîné, Oedipe et Antigone devant la Tombe de Laïus, 1820, Gilded bronze, Black marble, Louvre Museum, Paris.
Charles Francois Jalabert, Oedipe et Antigone, 1842, Oil on canvas, 115cm × 147 cm, Musée des Beaux-arts.
William Henry Rinehart, Antigone pouring a libation at the tomb of Polynices, 1867-70, Marble, 178.4 X 61cm X 100.3cm, marble, Metropolitan Museum of Art, New York.
Fredrick Leighton, Antigone, 1882, oil on canvas, 60.30cm x 49.50cm, Beijing World Art Museum.
Dominique Jean-Baptiste Hugues, Oedipe à la colonne, marble, 1882, 1.36 m x 1.81 m x 1.00 m, Metropolitan Museum of Art, New York.
Jules-Eugène Lenepveu, Antigone Gives Token Burial to the Body of Her Brother Polynices, 19th century, Watercolor, pen and black ink over black chalk, on gray-green paper, 27.4cm x 35.3 cm, Metropolitan Museum of Art, New York.
Gerhard Marcks, Oedipus and Antigone, 1960, Bronze, 93” x 37 ¾” x 37 ¾”, Southeast Corner, Center for Faith and Life, Luther College.

Onde te dói?


_ Poderei falar, ou meia-volta – e vou-me?
_ Não compreendes tu que o ouvir-te me exaspera?
_ Onde mais te dói: no ouvido ou na consciência?
_ A ti que te importa, doa onde doer?
_ O culpado fere-te a alma: eu, as orelhas.

Antígone (315ss, diálogo entre Créon e o guarda)

εἰπεῖν τι δώσεις , ἢ στραφεὶς οὕτως ἴω;
οὐκ οἶσθα καὶ νῦν ὡς ἀνιαρῶς λέγεις ;
ἐν τοῖσιν ὠσιν ἢ ᾿πὶ τῇ ψυχῇ δάκνει;
τί δὲ ρὑθμίζεις τὴν ἐμὴν λύπην ὅπου;
ὁ δρῶν σ᾿ἀνιᾷ τὰς φρένας , τὰ δ᾿ὦτ᾿ἐγώ.

SÓFOCLES. Antígone. Tradução de Guilherme de Almeida. In: Três tragédias gregas. Antígone, Prometeu aprisionado, Ájax. Edição bilíngue: grego-português. Tradução de Guilherme de Almeida e de Trajano Vieira. Participação especial de Haroldo de campos. São Paulo: Perspectiva, 2007.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Publicidade Acidental #3

roubado à Eri.
mais discussões filosóficas no Ensaio Sobre a Cicuta.

(e agora falando a sério: eu e o Miguel temos planos para um jogo de computador de acção de quinze níveis e um extra com filósofos de todas as épocas. Não queiram saber as nossas ideias: mas um dia, quando encontrarmos um programador suficientemente louco, juro-vos que vamos com isso para a frente. Pelo menos uma demo fazemos).

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Hino à Liberdade


I
Wreathed in myrtle, my sword I'll conceal
Like those champions devoted and brave,
When they plunged in the tyrant their steel,
And to Athens deliverance gave.

II
Beloved heroes! your deathless souls roam
In the joy breathing isles of the blest;
Where the mighty of old have their home
Where Achilles and Diomed rest

III
In fresh myrtle my blade I'll entwine,
Like Harmodius, the gallant and good,
When he made at the tutelar shrine
A libation of Tyranny's blood.

IV
Ye deliverers of Athens from shame!
Ye avengers of Liberty's wrongs!
Endless ages shall cherish your fame,
Embalmed in their echoing songs!

Calístrato, Hino a Aristogíton e Harmódio, em Ateneu 15.695.
Tradução de Edgar Allen Poe (1827).