juntamente com uma vera declaração de amor à língua com as razões certas para a aprender
por Luigi Miraglia.
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de um homem miserável sem posses
que ser rei de todos os mortos destruídos.
ἀνδρὶ παρ' ἀκλήρῳ ᾧ μὴ βίοτος πολὺς εἴη,
ἢ πᾶσιν νεκύεσσι καταφθιμένοισιν ἀνάσσειν
Εὐξαίμην μὲν ἂν οἶμαι ἔγωγε τύραννος γενέσθαι, μάλιστα μὲν πάντων ἀνθρώπων, εἰ δὲ μή, ὡς πλείστων· καὶ σύ γ' ἂν οἶμαι καὶ οἱ ἄλλοι πάντες ἄνθρωποι – ἔτι δέ γε ἴσως μᾶλλον θεὸς γενέσθαι – ἀλλ' οὐ τούτου ἔλεγον ἐπιθυμεῖν.
Aquilo que eu mais desejaria era tornar-me rei de toda a raça humana, e se assim não pudesse ser, de tantos quantos possível. E o mesmo desejarias tu, desejariam todos os que vivem — e até mesmo ser deus — mas eu não disse que queria isso.Platão. Theages 125e8-126a4. Tradução minha.)
Coimbra está em alta. Depois de termos tido a oportunidade o passado fim-de-semana para ouvir a Nona do Beethoven para comemorar os 500 anos da Bibliotheca, temos hoje a notícia de que a Universidade, Alta e Sofia foram pronunciadas património da humanidade pela UNESCO. Como um advena que foi pela cidade e universidade humanamente recebido,
Das ist des Frühlings traurige Lust!
Die blühenden Mädchen, die wilde Schar,
Sie stürmen dahin mit flatterndem Haar
Und Jammergeheul und entblößter Brust:
"Adonis! Adonis!"
Es sinkt die Nacht. Bei Fackelschein
Sie suchen hin und her im Wald,
Der angstverwirret widerhallt
Vom Weinen und Lachen und Schluchzen und Schreien:
"Adonis! Adonis!"
Das wunderschöne Jünglingsbild,
Es liegt am Boden blaß und tot,
Das Blut färbt alle Blumen rot,
Und Klagelaut die Luft erfüllt:
"Adonis! Adonis!"
Texto de Heinrich Heine.
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É este o triste prazer da Primavera!
As raparigas em flor* em manadas selvagens
Precipitam-se de cabelos desgrenhados
E com o peito exposto lamentam
«Adónis! Adónis!»
A noite cai. À luz de archotes
Procuram-no em toda a floresta,
O eco pavorosamente repetido
Entre choros e risos e gritos e suspiros
«Adónis! Adónis!»
A figura magnífica do jovem
Deitada no chão pálida e morta;
O sangue tinge as flores de vermelho,
E inunda o vento o lamento de
«Adónis! Adónis!»
Tradução minha
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